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terça-feira, 22 de maio de 2012

Deus ouve! Converse com Ele, vai!

 

por Max Lucado

Você pode conversar com Deus porque Deus escuta. A sua voz é importante no céu. Ele leva você muito a sério. Quando você entra em sua presença, os atendentes se dirigem a você para ouvir a sua voz. Não há motivo para ter medo de ser ignorado. Mesmo se você gaguejar ou hesitar, mesmo se o que você tem a dizer não comover ninguém, comove Deus - e ele escuta. Ele escuta o apelo doloroso do idoso na casa de repouso. Ele escuta a confissão rude do prisioneiro no corredor da morte. Quando o alcoólatra implora por misericórdia, quando o cônjuge busca orientação, quando o homem de negócios sai da rua e entra na capela, Deus escuta.

Atentamente. Cuidadosamente. As orações são honradas como joias preciosas. Purificadas e autorizadas, as palavras sobem em uma deliciosa fragrância ao nosso Senhor. “E da mão do anjo subiu diante de Deus a fumaça do incenso com as orações dos santos”. Incrível. As suas palavras não param até alcançar o próprio trono de Deus.

Então, o anjo “pegou o incensário, encheu-o com fogo do altar e lançou-o sobre a terra” (Apocalipse 8:5). Um clamor e a esquadra do céu aparece. A sua oração na terra ativa o poder de Deus no céu, e “a vontade de Deus é feita na terra, assim como no céu”.

Você é o alguém do reino de Deus. Você tem acesso à fornalha de Deus. As suas orações levam Deus a transformar o mundo. Pode ser que você não entenda o mistério da oração. Você não precisa entendê-lo. Mas uma coisa é clara: as ações no céu começam quando alguém ora na terra. Que pensamento maravilhoso!

Quando você fala, Jesus ouve.
E quando Jesus ouve, o trovão cai.
E quando o trovão cai, o mundo é transformado.
E tudo porque alguém orou.

Notas:
Traduzido por Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida
Texto original extraído do site www.maxlucado.com

sexta-feira, 11 de maio de 2012

NOTA: Fim do Grupo Elion...Surpresas virão por ai!


É com muito pesar que venho anunciar o fim do grupo de teatro Elion, para a alegria de pouco e a tristeza de muitos. O Grupo Teatral foi criado na Assembleia de Deus em Patu com o objetivo de auxiliar na formação e integração dos jovens na obra do Senhor. Não foi algo que surgiu do nada, pois foi concebido através de muita oração de pessoas compromissadas com a palavra de Deus.

Todos os textos que foram encenados são de minha autoria e também não vieram de repente, surgiram no coração de Deus e mostraram pra que vieram sendo sempre coroados com muita unção. E os atores? Não tenho palavras para expressar o quanto sou grato pela dedicação que tiveram a cada peça apresentada.

O motivo do fechamento do grupo é só um, intolerância religiosa de pessoas legalistas e sem visão, que transvestidas de falsa piedade e amor a palavra de Deus perseguem todo e qualquer movimento que não comungue com sua visão RELIGIOSAMENTE CORRETA. Os motivos não foram externos mas internos que nos fizeram parar e, como o grupo pertencia a igreja e não a uma pessoa física, não houve outra alternativa a não ser encerrar com as atividades. 

Agradeço a todos que fizeram parte desse grande grupo, em especial às coordenadoras Joceilma, Édma e Amabília por toda a dedicação nas produções. Que o Senhor vos recompense! 

E para todos aqueles que acham que a minha carreira no teatro gospel acaba aqui, estão totalmente enganados, pois quando Deus coloca algo no nosso coração só Ele pode nos fazer parar. Em breve estarei lançando um grupo totalmente novo e aberto a todos aqueles que anseiam fazer a obra do Senhor através das artes cênicas.

FONTE: EDUCADOR CR

Comentário do Poeta Torres: Não tenho como expressar a tristeza que sinto com o fim desse grupo. Dediquei parte da minha vida em cada produção, em cada peça que apresentei. Não tenho sombra de dúvidas que esse grupo veio diretamente do coração de Deus, mas infelizmente os "RELIGIOSOS SUPER CORRETOS", fingidores de uma falsa unção conseguiram barra-lo. (?)....Mas será que conseguiram nos barrar? uma coisa é barrar uma nomenclatura de um grupo pertencente a uma denominação, outra totalmente diferente é barrar quem está seguindo o proposito do coração de Deus. Ao mesmo tempo que fico triste pelo fim do nosso querido ELION, me alegro com a continuação do plano de Deus em nossas vidas, pois grandes surpresas virão com a formação dese novo grupo! A vocês que sonharam em ver nosso fim, vos aviso: Se Deus é por nós, que será contra nós? Vocês não perdem por esperar! haha... Grato a todos os que admiravam e apoiavam o Grupo ELION...Deus abençoe cada um! E esperem o ressurgimento da Fenix! 

terça-feira, 27 de março de 2012

Justiça manda Recolher os livros "Sem Medo de Viver" do autor Max Lucado


Livro Sem Medo de Viver - Max Lucado
O pedido foi feito pela escritora de livros espíritas Zíbia Gasparetto que acusa a editora de cópia de título para tentar enganar seus leitores

O livro “Sem Medo de Viver” do pastor Max Lucado será recolhido das livrarias do Brasil devido a uma ordem judicial. A editora Thomas Nelson foi processada pela autora espírita Zíbia Gasparetto que afirma que a tradução do título da obra foi copiada de um de seus livros para confundir os leitores.

O título original da obra do pastor americano é “Feraless” que significa “Sem Medo”, mas a versão em português ficou com o mesmo título que a obra de Zíbia, lançada em 1986. O que fez com que a autora brasileira reclamasse judicialmente da semelhança entre os títulos, mesmo sendo de autores diferentes.

Livro Sem Medo de Viver - Zibia Gasparetto
O advogado de Zíbia Gasparetto, José de Araujo Novaes Neto, pediu o recolhimento do livro e ainda uma indenização por danos morais e materiais. A editora não comentou a decisão, mas cabe recurso.

O livro de Max Lucado foi lançado em 2009 e trata sobre o medo, o autor tenta compartilhar experiências que o ajudaram a vencer seus temores. O livro traz treze medos normais de para qualquer ser humano como não ser importante, desapontar Deus, medos de desafios, medo da violência e outros.

Max Lucado tem um estilo que aproxima os leitores dos problemas corriqueiros mostrando como superá-los. Seus livros se tornaram verdadeiros sucessos no Brasil, entre eles “O Salvador Mora ao Lado”, “Derrubando Golias”, “Ele Escolheu os Cravos”, “3:16″ e outros. Ao todo o pastor americano tem mais de 70 títulos, tendo mais de 65 milhões de exemplares vendidos no mundo.

Com informações Folha de SP


Fonte: http://livros.gospelprime.com.br/justica-manda-recolher-os-livros-sem-medo-de-viver-de-max-lucado/#ixzz1qLkVxuGh

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

E o que o Nordeste tem à oferecer ao País mesmo?


Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste!

Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país?

Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e a maravilhosa Rachel de Queiroz?

Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Ceará nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré e a Bahia em seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem tudo?

Isso sem falar no humor brasileiro, de quem sugamos de vocês os talentos do genial Chico Anysio, do eterno trapalhão Renato Aragão, de Tom Cavalcante e até mesmo do palhaço Tiririca, que foi eleito o deputado federal mais votado pelos… pasmem… PAULISTAS!!!

E já que está na moda o cinema brasileiro, ainda poderia falar de atores como os cearenses José Wilker, Luiza Tomé, Milton Moraes e Emiliano Queiróz, o inesquecível Dirceu Borboleta, ou ainda do paraibano José Dumont ou de Marco Nanini, pernambucano.

Ah! E ainda os baianos Lázaro Ramos e Wagner Moura, que será eternizado pelo “carioca” Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, 1 e 2.

Música? Não, vocês nordestinos não poderiam ter coisa boa a nos oferecer, povo analfabeto e sem cultura…
Ou pensam que teremos que aceitar vocês por causa da aterradora simplicidade e majestade de Luiz Gonzaga, o rei do baião? Ou das lindas canções de Nando Cordel e dos seus conterrâneos pernambucanos Alceu Valença, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Lenine? Isso sem falar nos paraibanos Zé e Elba Ramalho e do cearense Fagner…

E Não poderia deixar de lembrar também da genial família Caymmi e suas melofias doces e baianas a embalar dias e noites repletas de poesia…

Ah! Nordestinos…

Além de tudo isso, vocês ainda resistiram à escravatura. E foi daí que nasceu o mais famoso quilombo, símbolo da resistência dos negros à força opressora do branco que sabe o que é melhor para o nosso país. Por que vocês foram nos dar Zumbi dos Palmares? Só para marcar mais um ponto na sofrida e linda história do seu povo?

Um conselho, pobres nordestinos. Vocês deveriam aprender conosco, povo civilizado do sul e sudeste do Brasil. Nós, sim, temos coisas boas a lhes ensinar.

Por que não aprendem conosco os batidões do funk carioca? Deveriam aprender e ver as suas meninas dançarem até o chão, sendo carinhosamente chamadas de “cachorras”. Além disso, deveriam aprender também muito da poesia estética e musical de Tati Quebra-Barraco, Latino e Kelly Key. Sim, porque melhor que a asa branca bater asas e voar, é ter festa no apê e rolar bundalelê!

Por que não aprendem do pagode gostoso de Netinho de Paula? E ainda poderiam levar suas meninas para “um dia de princesa” (se não apanharem no caminho)! Ou então o rock melódico e poético de Supla! Vocês adorariam!!!

Mas se não quiserem, podemos pedir ao pessoal aqui do lado, do Mato Grosso do Sul, que lhes exporte o sertanejo universitário… coisa da melhor qualidade!

Ah! E sem falar numa coisa que vocês tem que aprender conosco, povo civilizado, branco e intelectualizado: explorar bem o trabalho infantil! Vocês não sabem, mas na verdade não está em jogo se é ou não trabalho infantil (isso pouco vale pra justiça), o que importa mesmo é o QUANTO esse trabalho infantil vai render. Ou vocês não perceberam ainda que suas crianças não podem trabalhar nas plantações, nas roças, etc. porque isso as afasta da escola e é um trabalho horroroso e sujo, mas na verdade, é porque ganha pouco. Bom mesmo é a menina deixar de estudar pra ser modelo e sustentar os pais, ou ser atriz mirim ou cantora e ter a sua vida totalmente modificada, mesmo que não tenha estrutura psicológica pra isso… mas o que importa mesmo é que vão encher o bolso e nunca precisarão de Bolsa-família, daí, é fácil criticar quem precisa!

Minha mensagem então é essa: – Calem a boca, nordestinos!

Calem a boca, porque vocês não precisam se rebaixar e tentar responder a tantos absurdos de gente que não entende o que é, mesmo sendo abandonado por tantos anos pelo próprio país, vocês tirarem tanta beleza e poesia das mãos calejadas e das peles ressecadas de sol a sol.

Calem a boca, e deixem quem não tem nada pra dizer jogar suas palavras ao vento. Não deixem que isso os tire de sua posição majestosa na construção desse povo maravilhoso, de tantas cores, sotaques, religiões e gentes.
Calem a boca, porque a história desse país responderá por si mesma a importância e a contribuição que vocês nos legaram, seja na literatura, na música, nas artes cênicas ou em quaisquer situações em que a força do seu povo falou mais alto e fez valer a máxima do escritor: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte!”

Que o Deus de todos os povos, raças, tribos e nações, os abençoe, queridos irmãos nordestinos!
Por José Barbosa Junior

domingo, 21 de agosto de 2011

José de Alencar, o maior Prosador Romântico Brasileiro

José de Alencar


"Ali, por entre a folhagem, distinguiam-se as ondulações felinas de um dorso negro, brilhante, marchetado de pardo; às vezes viam-se brilhar na sombra dois raios vítreos e pálidos, que semelhavam os reflexos de alguma cristalização de rocha, ferida pela luz do sol. Era uma onça enorme; de garras apoiadas sobre um grosso ramo de árvore, e pós suspensos no galho superior, encolhia o corpo, preparando o salto gigantesco."

Nesse trecho do romance O Guarani, um dos mais destacados da obra de Alencar, evidencia-se o estilo descritivo, mas também o caráter aventuresco dos romances do autor.
Filho de um ilustre senador do império, José Martiniano de Alencar cursou advocacia, mas logo tornou-se político, jornalista e escritor. Foi nessa última atividade que obteve maior destaque para a posteridade. Considerado o maior romancista do Romantismo brasileiro, Alencar criou uma literatura nacionalista, empregando um vocabulário e uma sintaxe típicos do Brasil e evitando o estilo lusitano, que até então prevalecia na literatura aqui produzida.

Sua obra traça um perfil da cultura e dos costumes de sua época, bem como da História do Brasil, tendo como preocupação essencial a busca de uma identidade nacional, seja quando descreve a sociedade burguesa do Rio de Janeiro, seja quando se volta para os temas ligados ao índio ou ao sertanejo. Seus romances costumam ser classificados em quatro categorias: urbanos, históricos, indianistas, e regionalistas.

A obra urbana de Alencar segue o padrão do típico romance de folhetim, retratando a alta sociedade fluminense do Segundo reinado, com tramas que envolvem amor, segredos e suspense. Mas por trás da futilidade dos namoricos da Corte está a crítica à hipocrisia, à ambição e à desigualdade social.

José de Alencar também chega a analisar o caráter psicológico de suas personagens femininas, revelando seus conflitos interiores e antecipando as características da escola realista, que sucedeu o Romantismo. Seus romances urbanos são: Cinco minutos (1860), A viuvinha (1860), Lucíola (1862), Diva (1864), A pata da gazela (1870), Sonhos d'ouro (1872), Senhora (1875) e Encarnação (1877). Senhora é considerado o mais importante deste grupo.

Os livros indianistas buscam transportar as tradições indígenas para a ficção, relatando mitos, lendas, festas, usos e costumes, muitas vezes observados pessoalmente pelo autor. Mesmo assim, o índio é visto de maneira idealizada, que representa, em nível simbólico, a origem do povo brasileiro. Nesse sentido, seus textos trazem a imagem do homem branco (europeu) como corrompido pelo mundo civilizado e apresenta o índio com ares de "bom selvagem", destacando seu caráter bom, valente e puro. Seus romances indianistas são: O Guarani (1857), Iracema (1865) e Ubirajara (1874).

José de Alencar também buscou inspiração em nosso passado para escrever romances históricos, propondo uma nova interpretação literária para fatos marcantes da colonização, como a busca por ouro e as lutas pela expansão territorial. Seus enredos denotam em vários momentos um nacionalismo exaltado e o orgulho pela construção da pátria. Obras históricas: As Minas de prata (1865), Alfarrábios (1873), A guerra dos mascates (1873).

Já os romances regionalistas denotam o interesse do autor pelas regiões mais afastadas do Brasil, alheias à influência européia que predomina na Corte fluminense. Assim, ele alia os hábitos da vida no campo e a cultura popular à beleza natural e exótica das terras brasileiras. 

Se nos romances urbanos as mulheres são sempre enfatizadas, nas obras de cunho regional os homens recebem o destaque, com toda a sua rudeza, enfrentando os desafios da vida, enquanto que as mulheres assumem papéis secundários. Seus romances regionalistas são: O gaúcho (1870), O tronco do Ipê (1871), Til (1872), O sertanejo (1876). Com eles o autor focalizou, respectivamente, os pampas, o interior paulista e o sertão nordestino, procurando dar conta de nossa diversidade regional.

Ao lado da literatura, não se pode esquecer de que José de Alencar foi um político atuante, vindo a ser deputado provincial do Ceará e a ocupar o cargo de ministro da Justiça. Deixou a política após ter seu nome vetado pelo imperadorD. Pedro 2° para o cargo de senador. Deprimido e debilitado pela tuberculose, de que sofria desde a juventude, foi para a Europa para se tratar. Sem obter resultados, voltou ao Brasil em estado grave, morrendo pouco tempo depois, aos 48 anos.

FONTE: UOL EDUCAÇÃO