quarta-feira, 24 de agosto de 2011

12. O professor também é alvo de bullying?


12. O professor também é alvo de bullying?


Conceitualmente, não, pois, para ser considerada bullying, é necessário que a violência ocorra entre pares, como colegas de classe ou de trabalho. O professor pode, então, sofrer outros tipos de agressão, como injúria ou difamação ou até física, por parte de um ou mais alunos. 

Mesmo não sendo entendida como bullying, trata-se de uma situação que exige a reflexão sobre o convívio entre membros da comunidade escolar. Quando as agressões ocorrem, o problema está na escola como um todo. Em uma reunião com todos os educadores, pode-se descobrir se a violência está acontecendo com outras pessoas da equipe para intervir e restabelecer as noções de respeito.

Se for uma questão pontual, com um professor apenas, é necessário refletir sobre a relação entre o docente e o aluno ou a classe. ''O jovem que faz esse tipo de coisa normalmente quer expor uma relação com o professor que não está bem. Existem comunidades na internet, por exemplo, que homenageiam os docentes. Então, se o aluno se sente respeitado pelo professor, qual o motivo de agredi-lo?'', questiona Adriana Ramos, pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenadora do curso de pós-graduação "As relações interpessoais na escola e a construção da autonomia moral", da Universidade de Franca (Unifran). 

O professor é uma autoridade na sala de aula, mas essa autoridade só é legitimada com o reconhecimento dos alunos em uma relação de respeito mútua. ''O jovem está em processo de formação e o educador é o adulto do conflito e precisa reagir com dignidade'', afirma Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Unicamp.

FONTE: NOVA ESCOLA

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Novo Single de Glauber Lemes - Lançamento 2011

Foi divulgado o mais novo single do cantor Glauber Lemes intitulado "Me Levantar". A musica vem no ritmo Adoração, uma letra espetacular e arranjos lindos. Conheci o ministério do cantor através do seu CD "Vou até o Fim" e passei a ser seu admirador. O CD até o fim é muito bom, e recomendo a todos que gostam de musicas no estilo adoração, e para os que não gostam, lhes desafio a conhecer esse trabalho e verão do que estou falando. O Cd anterior também trouxe no seu repertório uma musica romântica, que por sinal, é uma linda declaração de amor. Agora é só esperar por mais esse trabalho do cantor Glauber Lemes e ver o que vem por ai, pois se depender desse single divulgado, o Cd virá espetacular, tenho certeza!

Confira o Single "Me Levantar", abaixo:

domingo, 21 de agosto de 2011

José de Alencar, o maior Prosador Romântico Brasileiro

José de Alencar


"Ali, por entre a folhagem, distinguiam-se as ondulações felinas de um dorso negro, brilhante, marchetado de pardo; às vezes viam-se brilhar na sombra dois raios vítreos e pálidos, que semelhavam os reflexos de alguma cristalização de rocha, ferida pela luz do sol. Era uma onça enorme; de garras apoiadas sobre um grosso ramo de árvore, e pós suspensos no galho superior, encolhia o corpo, preparando o salto gigantesco."

Nesse trecho do romance O Guarani, um dos mais destacados da obra de Alencar, evidencia-se o estilo descritivo, mas também o caráter aventuresco dos romances do autor.
Filho de um ilustre senador do império, José Martiniano de Alencar cursou advocacia, mas logo tornou-se político, jornalista e escritor. Foi nessa última atividade que obteve maior destaque para a posteridade. Considerado o maior romancista do Romantismo brasileiro, Alencar criou uma literatura nacionalista, empregando um vocabulário e uma sintaxe típicos do Brasil e evitando o estilo lusitano, que até então prevalecia na literatura aqui produzida.

Sua obra traça um perfil da cultura e dos costumes de sua época, bem como da História do Brasil, tendo como preocupação essencial a busca de uma identidade nacional, seja quando descreve a sociedade burguesa do Rio de Janeiro, seja quando se volta para os temas ligados ao índio ou ao sertanejo. Seus romances costumam ser classificados em quatro categorias: urbanos, históricos, indianistas, e regionalistas.

A obra urbana de Alencar segue o padrão do típico romance de folhetim, retratando a alta sociedade fluminense do Segundo reinado, com tramas que envolvem amor, segredos e suspense. Mas por trás da futilidade dos namoricos da Corte está a crítica à hipocrisia, à ambição e à desigualdade social.

José de Alencar também chega a analisar o caráter psicológico de suas personagens femininas, revelando seus conflitos interiores e antecipando as características da escola realista, que sucedeu o Romantismo. Seus romances urbanos são: Cinco minutos (1860), A viuvinha (1860), Lucíola (1862), Diva (1864), A pata da gazela (1870), Sonhos d'ouro (1872), Senhora (1875) e Encarnação (1877). Senhora é considerado o mais importante deste grupo.

Os livros indianistas buscam transportar as tradições indígenas para a ficção, relatando mitos, lendas, festas, usos e costumes, muitas vezes observados pessoalmente pelo autor. Mesmo assim, o índio é visto de maneira idealizada, que representa, em nível simbólico, a origem do povo brasileiro. Nesse sentido, seus textos trazem a imagem do homem branco (europeu) como corrompido pelo mundo civilizado e apresenta o índio com ares de "bom selvagem", destacando seu caráter bom, valente e puro. Seus romances indianistas são: O Guarani (1857), Iracema (1865) e Ubirajara (1874).

José de Alencar também buscou inspiração em nosso passado para escrever romances históricos, propondo uma nova interpretação literária para fatos marcantes da colonização, como a busca por ouro e as lutas pela expansão territorial. Seus enredos denotam em vários momentos um nacionalismo exaltado e o orgulho pela construção da pátria. Obras históricas: As Minas de prata (1865), Alfarrábios (1873), A guerra dos mascates (1873).

Já os romances regionalistas denotam o interesse do autor pelas regiões mais afastadas do Brasil, alheias à influência européia que predomina na Corte fluminense. Assim, ele alia os hábitos da vida no campo e a cultura popular à beleza natural e exótica das terras brasileiras. 

Se nos romances urbanos as mulheres são sempre enfatizadas, nas obras de cunho regional os homens recebem o destaque, com toda a sua rudeza, enfrentando os desafios da vida, enquanto que as mulheres assumem papéis secundários. Seus romances regionalistas são: O gaúcho (1870), O tronco do Ipê (1871), Til (1872), O sertanejo (1876). Com eles o autor focalizou, respectivamente, os pampas, o interior paulista e o sertão nordestino, procurando dar conta de nossa diversidade regional.

Ao lado da literatura, não se pode esquecer de que José de Alencar foi um político atuante, vindo a ser deputado provincial do Ceará e a ocupar o cargo de ministro da Justiça. Deixou a política após ter seu nome vetado pelo imperadorD. Pedro 2° para o cargo de senador. Deprimido e debilitado pela tuberculose, de que sofria desde a juventude, foi para a Europa para se tratar. Sem obter resultados, voltou ao Brasil em estado grave, morrendo pouco tempo depois, aos 48 anos.

FONTE: UOL EDUCAÇÃO

sábado, 20 de agosto de 2011

Mais imagens dos ensaios de "Drogas Tô Fora"

Confira abaixo mais algumas imagens do ultimo ensaio da peça "Drogas Tô Fora" escrita por Claudio Rosa a que tive a honra de Orientar os alunos nos ensaios, dando uma pequena parcela daquilo que aprendi em todos esses anos que faço teatro no grupo Elion...Agradeço mais uma vez a todos os alunos do EJA que me suportaram esse tempo todo (risos) pois, não é fácil orientar uma peça de teatro, principalmente sendo composta por adolescentes e até mesmo adultos, mas Graças a Deus todos me receberam muito bem e aceitaram muito bem cada uma das orientações com relação a cada personagem, pois no teatro, como falei, não somos "Nós" que fazemos o personagem, nós viramos o personagem, e quando estamos em cena "Encarnamos" mesmo o personagem para mostrar a realidade o mais obvio possível, e os meninos do EJA, o que dizer?... Vocês Arrasaram!!! Parabéns a cada um, pois todos se superaram!!!

Confira algumas imagens do ultimo ensaio da peça, abaixo: 

 A vizinha tem solução pra tudo né?
 ...
 Mila, no papel de Barbe...Restante do elenco em uma das cenas
 "Cachorrão" e "Mundiça"...
Marcão e sua mãe Joana...
 Orientando a morte de marcão...Não tinha como não rir...
A delegada entrando em ação...
Pense numa autoridade dessa Delegada....
Depois de várias tentativas...finalmente...
...
Pois é...Marcão morreu no tiroteio por causa das drogas...Por isso, quando alguém lhe oferecer drogas, responda: "Drogas, Tô Fora"!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Bodas de Prata de Arni e Tábita

Neste sábado (13/08) Foi Realizada a comemoração das Bodas de Prata do casal Arni e Tábita membros da Assembléia de Deus em Patu-RN. Parabenizo ao casal por essa grande realização e pela grande vitória desses 25 anos de casados na presença do Senhor. Desejo todas as felicidades do mundo a vocês meus irmãos! Irmão Arni e irmã Tábita, vocês são como pais para mim, e tenho muito apreço por vocês. Agradeço juntamente com as irmãs Edma e Solange, pela confiança depositadas em nós para decorarmos a festa, pois sabemos que é uma grande responsabilidade e sei que essa responsabilidade só se deposita em gente de confiança, por isso agradecemos por ter nos confiado essa responsabilidade! 

Confiram abaixo algumas imagens do evento 

Cerimônia Religiosa

Igreja pronta para a cerimônia...
Entrada do casal...
Pastor celebrante...
Momento da troca de alianças e renovação dos votos...
Momento da Oração abençoando as alianças...
 ...

Imagens da Recepção 

 25 anos de lutas e conquistas...
 O Poeta Torres...
 Equipe de ornamentação...
 Decoradores oficiais da festa...
Irmã da Noiva ao lado da foto onde os convidados assinavam seus nomes...
Pastor Coriolano e esposa ao lado da cantora Vânia Belo e esposo...

Parabéns aos noivos!!!