Essa é a Real REALIDADE que simplesmente não deveria existir, mas que simplesmente aumenta a cada dia! E você..vai ficar parado? Comece por si mesmo a mudar essa situação, não espere por ninguém, faça sua parte! Assista a esse documentário da Banda Hillsong United - A Revolução do Coração.
domingo, 8 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
Conheça a História da Banda "Jesus Culture"
Biografia da Banda Jesus Culture
A banda Jesus Culture é um ministério da Igreja Bethel, na Califórnia, direcionado para jovens, visando conhecer a Deus fazer a sua vontade, liderado por Kim Walker, Chris Quilala e Melissa How.
O ministério promove conferências e encontros de avivamento, buscando impactar a sociedade com o amor de Jesus.
A banda Jesus Culture possui músicas inspiradoras e carregadas de muita unção, de modo que gravou seu primeiro álbum "Everything" (Tudo), em 2006, numa conferência em Redding, na Califórnia, com Chris Quilala, Kim Walker e Melissa Wise.
Em 2007, a banda Jesus Culture lançou o álbum "We Cry Out" (CD+DVD), com Kim Walker, Chris Quilala e Melissa How.
Em 2008, lançou "Your Love Never Fails" (CD & DVD), com Kim Walker, Chris Quilala e Melissa How.
Em 2009, lançou o CD / DVD filmado no histórico Teatro Redding Cascade, com Chris Quilala, Kim Walker-Smith e Melissa How.
A Igreja Betel é uma congregação enraizada no amor de Deus e dedicada à transformação de todo o mundo através da renovação.
Seu objetivo é que os sinais, prodígios e milagres que manifestam o amor de Deus reflita também através de suas vidas em demonstrações práticas de cuidado e carinho, um para com o outro.
A atmosfera cristã na igreja Betel é expressa com fé e alegria exuberante, manifesta em tudo o que a igreja faz.
A igreja acredita que o mundo está à beira de uma das maiores manifestações do Espírito Santo jamais vista. Sendo sua visão torna-se parte desta história do reino de Deus.
Como se deu o Chamado de Deus para os Integrantes da Banda
Jesus Culture surgiu no verão de 1999 quando um grupo de jovens liderados por Banning Liebscher na Igreja Betel em Redding, Califórnia, lançou a primeira Conferência Cultura Jesus (Jesus Culture Conference). O coração dessas reuniões era o de servir as outras igrejas e levar os jovens a experimentar o amor radical de Deus. Em cada conferência, houve uma forte presença do Senhor, e os jovens e adultos estavam voltando para suas casas, escolas, locais de trabalho e igrejas, completamente apaixonados e transformados.
Há alguns anos o Senhor começou a falar em Redding sobre uma nova geração de avivalistas que seriam levantados por toda a terra para atender a clamor de saudade de Deus pelas as nações. O Chamado foi definido: levantar, mobilizar, equipar, encorajar e enviar as chamas do avivamento para cumprir o chamado de Deus sobre a terra. O Senhor revelou que esse ministério seria marcado por quatro características principais:
1) Eles seriam ligados com os pais e mães espirituais e alinhados sob a sua cobertura.
2) Eles seriam apaixonada por Jesus - Seu encontro com o amor extravagante por Ele seria diário.
3) Eles dariam suas vidas à oração e saber como vencer a guerra nos céus.
4) Eles andariam no sobrenatural - demonstrando o Reino de Deus através do poder.
O Chamado logo se tornou muito claro para eles, o culto era para ser uma parte significativa desse movimento.
Kim Walker-Smith, Chris Quilala e Melissa eram líderes de louvor do grupo de jovens locais, e o Senhor começou a usá-los para levar uma geração inteira em adoração sincera.
Ouça abaixo, a canção How He Loves Us, a mais conhecida da Banda Jesus Culture
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Participe do IV SETEPE - Semana de Estudos, Teorias e Práticas Educativas
O Departamento de Educação de Educação – DE, do Campus Avançado Profª Maria Elisa de Albuquerque Maia-CAMEAM/UERN vem honrosamente convidar educadores/as, estudantes e demais segmentos da sociedade para participarem da IV SETEPE – Semana de Estudos, Teorias e Práticas Educativas, que se realizará nos dias 14, 15, 16 e 17 de fevereiro de 2012.
Em sua 4ª edição, a SETEPE traz como tema: EDUCAÇÃO, CULTURA E DIVERSIDADE: PESQUISA E PRÁTICA EDUCATIVA EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES, com o intuito de dialogar e ampliar o debate com as várias áreas de conhecimentos, de modo que se possa propiciar a socialização da produção acadêmica em meio aos educadores/as e demais profissionais desta e de outras regiões do nordeste e do país.
Nesse sentido, estabelecemos os seguintes objetivos:
Nesse sentido, estabelecemos os seguintes objetivos:
Geral:
Promover análises das teorias, dos processos formativos e práticas educativas nos espaços escolares e não escolares, mediante o debate crítico acerca do conhecimento produzido sobre a educação, no contexto da diversidade. |
Específicos
- Propiciar o aprofundamento teórico e a troca de experiências acerca de políticas, práticas, currículos e processos formativos para uma educação na e para a diversidade.
- Possibilitar a socialização de saberes e práticas acerca da educação para a diversidade em espaços escolares e não escolares.
- Criar espaços para as contribuições inovadoras no campo científico-pedagógico para uma educação que reconheça e respeite a diversidade étnico-racial, de geração, de gênero, de classe, dentre outras.
Confira a capa e Single do novo Trabalho da Cantora Michele Nascimento
Essa semana a MK Music divulgou a capa e a single do novo CD da cantora Michele Nascimento, recém contratada pela gravadora.. A musica de trabalho vem no Estilo Pentecostal, e o vozeirão da cantora bem parecido com os trabalhos anteriores da cantora. O trabalho mais uma vez foi produzido por Tuca Nascimento e se depender dessa musica "Louve e Adore", o CD promete ser um dos grandes lançamentos do ano de 2012. Confira abaixo essa belíssima canção e seja impactado pelo Mover de Deus. Musicas
01. Louve e Adore / 02. Adorne o Meu Coração / 03. Ainda Bem / 04. A Vitória é Certa / 05. Mulher Vitoriosa / 06. Julga Minha Causa / 07. Migalhas / 08. Seu Nome é Jah / 09. Dupla Honra / 10. Guardada em Deus / 11. Renovo de Poder / 12. Portões Celestiais
José Pacheco e a Escola da Ponte
Educadores, conheçam esse grandioso projeto. Me deixou encantado ao ler e decidi compartilhar com vocês essa nova matéria da Revista Nova Escola falando dessa nova ideia de Escola. Leiam e conheçam mais desse projeto que inova totalmente o sistema de ensino.
| José Pacheco |
A Escola da Ponte
O educador português conta como é a Escola da Ponte, em que não há turmas, e diz que quem quer inovar deve ter mais interrogações que certezas
José Pacheco não é o primeiro - e nem será o último - a desejar uma escola que fuja do modelo tradicional. Ao contrário de muitos, no entanto, o educador português pode se orgulhar por ter transformado seu sonho em realidade. Há 28 anos ele coordena a Escola da Ponte. Apesar de fazer parte da rede pública portuguesa, a escola de ensino básico, localizada a 30 quilômetros da cidade do Porto, em nada se parece com as demais.
A Ponte não segue um sistema baseado em seriação ou ciclos e seus professores não são responsáveis por uma disciplina ou por uma turma específicas. As crianças e os adolescentes que lá estudam - muitos deles violentos, transferidos de outras instituições - definem quais são suas áreas de interesse e desenvolvem projetos de pesquisa, tanto em grupo como individuais.
A cada ano, as crianças e os jovens criam as regras de convivência que serão seguidas inclusive por educadores e familiares. É fácil prever que problemas de adaptação acontecem. Há professores que vão embora e alunos que estranham tanta liberdade. Nada, no entanto, que faça a equipe desanimar.
O sistema tem se mostrado viável por pelo menos dois motivos: primeiro, porque os educadores estão abertos a mudanças; segundo, porque as famílias dos alunos apóiam e defendem a escola idealizada por Pacheco.
Quando jovem, esse educador de fala mansa não pensava em lecionar. Queria ser engenheiro eletrônico. Mas uma questão o inquietava: por que a escola ainda reproduzia um modelo criado há 200 anos? Na busca por uma resposta, se apaixonou pelo magistério. "Percebi que na engenharia teria menos a descobrir, enquanto na educação ainda estava tudo por fazer." Desse "tudo" de que tem se incumbido o professor Zé, como gosta de ser chamado, é que trata a entrevista a seguir, concedida à NOVA ESCOLA em São Paulo.
A Escola da Ponte é bem diferente das tradicionais. Como ela funciona?
JOSÉ PACHECO Lá não há séries, ciclos, turmas, anos, manuais, testes e aulas. Os alunos se agrupam de acordo com os interesses comuns para desenvolver projetos de pesquisa. Há também os estudos individuais, depois compartilhados com os colegas. Os estudantes podem recorrer a qualquer professor para solicitar suas respostas. Se eles não conseguem responder, os encaminham a um especialista.
Existem salas de aula? PACHECO Não há salas de aula, e sim lugares onde cada aluno procura pessoas, ferramentas e soluções, testa seus conhecimentos e convive com os outros. São os espaços educativos. Hoje, eles estão designados por área. Na humanística, por exemplo, estuda-se História e Geografia; no pavilhão das ciências fica o material sobre Matemática; e o central abriga a Educação Artística e a Tecnológica.
A arquitetura mudou para acompanhar o sistema de ensino?
PACHECO Não. Aliás, isso é um problema. Nosso sonho é um prédio com outro conceito de espaço. Temos uma maquete feita por 12 arquitetos, ex-alunos que conhecem bem a proposta da escola. Esse projeto inclui uma área que chamo de centro da descoberta, onde compartilharemos o que sabemos. Há também pequenos nichos hexagonais, destinados aos pequenos grupos e às tarefas individuais. Estão previstas ainda amplas avenidas e alguns cursos d'água, onde se possa mergulhar os pés para conversar, além de um lugar para cochilar. As novas tecnologias da informação devem estar espalhadas por todos os lados para ser democraticamente utilizadas pela comunidade, o que já conseguimos.
Os professores precisam de formação específica para lecionar lá?
PACHECO Não. Eles têm a mesma formação que os de outras instituições. O diferencial é que sentem uma inquietação quanto à educação e admitem existir outras lógicas. Nossa escola é a única no país que pode escolher o corpo docente. Os candidatos aparecem geralmente como visitantes e perguntam o que é preciso para dar aulas lá. Digo apenas para deixarem o nome. No fim de cada ano fazemos contato. Hoje somos 27, cada um com suas especializações.
Como os novos professores se adaptam à proposta da escola? PACHECO Há profissionais que estiveram sozinhos em sala durante anos e quando chegam constatam que sua formação e experiência servem para nada. De cada dez que entram, um não agüenta. Outros desertam e regressam depois. Mas nós também, por vezes, temos que nos adaptar. Há dois anos recebemos muitas crianças e professores novos, não familiarizados com a nossa proposta. Apenas a quinta parte do corpo docente já estava lá quando isso aconteceu. Passamos a conviver com mestres que sabiam dar aula e estudantes que sabiam fazer cópias. Foi necessário dar dois ou três passos para trás para que depois caminhássemos todos juntos. Precisamos aceitar o que os outros trazem e esperar que eles acreditem em nossas idéias. Essa é a terceira vez que passamos por isso.
Qual o perfil dos alunos atendidos pela Escola da Ponte?
PACHECO Eles têm entre 5 e 17 anos. Cerca de 50 (um quarto do total) chegaram extremamente violentos, com diagnósticos psiquiátricos e psicológicos. As instituições de inserção social que acolhem crianças e jovens órfãos os encaminham para as escolas públicas. Normalmente eles acabam isolados no fundo da classe e, posteriormente, são encaminhados para nós. No primeiro dia, chegam dando pontapés, gritando, insultando, atirando pedras. Algum tempo depois desistem de ser maus, como dizem, e admitem uma das duas hipóteses: ser bom ou ser bom.
Como os estudantes vindos de outras escolas se integram a um sistema tão diferente?
PACHECO Não é fácil. Há crianças e jovens que chegam e não sabem o que é trabalhar em grupo. Não conhecem a liberdade, e sim, a permissividade. Não sabem o que é solidariedade, somente a competitividade. São ótimos, mas ainda não têm a cultura que cultivamos. Quando deparam com a possibilidade de definir as regras de convivência que serão seguidas por todos ou não decidem nada ou o fazem de forma pouco ponderada. Em tempos de crise, como agora, em que muitos estão nessa situação, precisamos ser mais diretivos. Só para citar um exemplo, recebemos um garoto de 15 anos que tinha agredido seu professor e o deixado em estado de coma. Como um jovem assim pode, de imediato, participar da elaboração de um sistema de direitos e deveres?
A escola nem sempre seguiu uma proposta inovadora. Como ocorreu a transformação?
PACHECO Até 1976, a escola era igual a qualquer outra de 1ª a 4ª série. Cada professor ficava em sua sala, isolado com sua turma e seus métodos. Não havia comunicação ou projeto comum. O trabalho escolar era baseado na repetição de lições, na passividade. Naquele ano, havia três educadores e 90 estudantes. Em vez de cada docente adotar uma turma de 30, juntamos todos. Nosso objetivo era promover a autonomia e a solidariedade. Antes disso, porém, chamamos os pais, explicamos o nosso projeto e perguntamos o que pensavam sobre o assunto. Eles nos apoiaram e defendem o modelo até hoje.
Qual é a relação dos pais com a escola? PACHECO Eles participam conosco de todas as decisões. Se nos rejeitarem, teremos de procurar emprego em outro lugar. Também defendem a escola perante o governo. Neste momento, os pais estão em conflito com o Ministério da Educação. Ao longo desses quase 30 anos, quiseram acabar com nosso projeto. Eu, como funcionário público, sigo um regime disciplinar que me impede de tomar posições que transgridam a lei, mas o ministro não tem poder hierárquico sobre as famílias. Portanto, se o governo discordar de tudo aquilo que fazemos, defronta-se com este obstáculo: os pais. Eles são a garantia de que o projeto vai continuar.
Como sua escola é vista em Portugal?
PACHECO Há uma grande resistência em aceitar o nosso modelo, que é baseado em três grandes valores: a liberdade, a responsabilidade e a solidariedade. Algumas pessoas consideram que todos precisam ser iguais e que ninguém tem direito a pensamento e ação divergentes. Há quem rejeite a proposta por preconceito, mas isso nós compreedemos porque também temos os nossos. A diferença é que nós nunca colocamos em cheque o trabalho dos outros. Consideramos que quem nos ataca faz isso porque não foi nosso aluno e não aprendeu a respeitar o ponto de vista alheio.
Qual é o segredo de sucesso da proposta seguida pela Ponte?
PACHECO Nós acreditamos que um projeto como o nosso só é viável quando todos reconhecem os objetivos comuns e se conhecem. Isso não significa apenas saber o nome, e sim ter intimidade, como em uma família. É nesse ponto que o projeto se distingue. O viver em uma escola é um sentimento de cumplicidade, de amor fraterno. Todos que nos visitam dizem que ficam impressionados com o olhar das pessoas que ali estão, com o afeto e a palavra terna que trocam entre si. Não sei se estou falando de educação ou da minha escola, mas é isso o que acontece lá.
O modelo da Escola da Ponte pode ser seguido por outras escolas?
PACHECO Não defendo modelos. A Escola da Ponte fez o que as outras devem e podem fazer, que é produzir sínteses e não se engajar em um único padrão. Não inventamos nada. Estamos em um ponto de redundância teórica. Há muitas correntes e quem quer fazer diferente tem de ter mais interrogações do que certezas. Considero que na educação tudo já está inventado. A Escola da Ponte não é duplicável e não há, felizmente, clonagem de projetos educacionais.
Hoje a escola pode funcionar sem o senhor?
PACHECO Fui e continuo sendo um intermediário. Não tenho mérito por isso, apenas cumpro a minha missão. Vou me afastar dentro de um ano e estou amargamente antecipando essa despedida. Todo pai tem de deixar o filho andar por si próprio e, nesse momento, a Ponte caminha sozinha. Depois quero continuar desassossegando os espíritos em lugares onde há gente generosa, que só precisa de um louco com a noção da prática, como eu. Agora ninguém pode dizer que uma experiência como a da Escola da Ponte não aconteceu, porque ela existe e provamos que é possível.
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