sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Participe do IV SETEPE - Semana de Estudos, Teorias e Práticas Educativas

Semana de Estudos, Teorias e Práticas Educativas -SETEPE


O Departamento de Educação de Educação – DE, do Campus Avançado Profª Maria Elisa de Albuquerque Maia-CAMEAM/UERN vem honrosamente convidar educadores/as, estudantes e demais segmentos da sociedade para participarem da IV SETEPE – Semana de Estudos, Teorias e Práticas Educativas, que se realizará nos dias 14, 15, 16 e 17 de fevereiro de 2012.
Em sua 4ª edição, a SETEPE traz como tema: EDUCAÇÃO, CULTURA E DIVERSIDADE: PESQUISA E PRÁTICA EDUCATIVA EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES, com o intuito de dialogar e ampliar o debate com as várias áreas de conhecimentos, de modo que se possa propiciar a socialização da produção acadêmica em meio aos educadores/as e demais profissionais desta e de outras regiões do nordeste e do país.
Nesse sentido, estabelecemos os seguintes objetivos:

Geral:

Promover análises das teorias, dos processos formativos e práticas educativas nos espaços escolares e não escolares, mediante o debate crítico acerca do conhecimento produzido sobre a educação, no contexto da diversidade.

 

Específicos
  • Propiciar o aprofundamento teórico e a troca de experiências acerca de políticas, práticas, currículos e processos formativos para uma educação na e para a diversidade.
  • Possibilitar a socialização de saberes e práticas acerca da educação para a diversidade em espaços escolares e não escolares.
  • Criar espaços para as contribuições inovadoras no campo científico-pedagógico para uma educação que reconheça e respeite a diversidade étnico-racial, de geração, de gênero, de classe, dentre outras.

Confira a capa e Single do novo Trabalho da Cantora Michele Nascimento

Essa semana a MK Music divulgou a capa e a single do novo CD da cantora Michele Nascimento, recém contratada pela gravadora.. A musica de trabalho vem no Estilo Pentecostal, e  o vozeirão da cantora   bem parecido com os trabalhos anteriores da cantora.  O trabalho mais uma vez foi produzido por Tuca Nascimento e se depender dessa musica "Louve e Adore",  o CD promete ser um dos grandes lançamentos do ano de 2012. Confira abaixo essa belíssima canção e seja impactado pelo Mover de Deus. 


Musicas
01. Louve e Adore / 02. Adorne o Meu Coração / 03. Ainda Bem / 04. A Vitória é Certa / 05. Mulher Vitoriosa / 06. Julga Minha Causa / 07. Migalhas / 08. Seu Nome é Jah / 09. Dupla Honra / 10. Guardada em Deus / 11. Renovo de Poder / 12. Portões Celestiais


José Pacheco e a Escola da Ponte

Educadores, conheçam esse grandioso projeto. Me deixou encantado ao ler e decidi compartilhar com vocês essa nova matéria da Revista Nova Escola falando dessa nova ideia de Escola. Leiam e conheçam mais desse projeto que inova totalmente o sistema de ensino. 

José Pacheco
A Escola da Ponte

O educador português conta como é a Escola da Ponte, em que não há turmas, e diz que quem quer inovar deve ter mais interrogações que certezas
José Pacheco não é o primeiro - e nem será o último - a desejar uma escola que fuja do modelo tradicional. Ao contrário de muitos, no entanto, o educador português pode se orgulhar por ter transformado seu sonho em realidade. Há 28 anos ele coordena a Escola da Ponte. Apesar de fazer parte da rede pública portuguesa, a escola de ensino básico, localizada a 30 quilômetros da cidade do Porto, em nada se parece com as demais.

A Ponte não segue um sistema baseado em seriação ou ciclos e seus professores não são responsáveis por uma disciplina ou por uma turma específicas. As crianças e os adolescentes que lá estudam - muitos deles violentos, transferidos de outras instituições - definem quais são suas áreas de interesse e desenvolvem projetos de pesquisa, tanto em grupo como individuais.

A cada ano, as crianças e os jovens criam as regras de convivência que serão seguidas inclusive por educadores e familiares. É fácil prever que problemas de adaptação acontecem. Há professores que vão embora e alunos que estranham tanta liberdade. Nada, no entanto, que faça a equipe desanimar.

O sistema tem se mostrado viável por pelo menos dois motivos: primeiro, porque os educadores estão abertos a mudanças; segundo, porque as famílias dos alunos apóiam e defendem a escola idealizada por Pacheco.

Quando jovem, esse educador de fala mansa não pensava em lecionar. Queria ser engenheiro eletrônico. Mas uma questão o inquietava: por que a escola ainda reproduzia um modelo criado há 200 anos? Na busca por uma resposta, se apaixonou pelo magistério. "Percebi que na engenharia teria menos a descobrir, enquanto na educação ainda estava tudo por fazer." Desse "tudo" de que tem se incumbido o professor Zé, como gosta de ser chamado, é que trata a entrevista a seguir, concedida à NOVA ESCOLA em São Paulo.

A Escola da Ponte é bem diferente das tradicionais. Como ela funciona? 
JOSÉ PACHECO Lá não há séries, ciclos, turmas, anos, manuais, testes e aulas. Os alunos se agrupam de acordo com os interesses comuns para desenvolver projetos de pesquisa. Há também os estudos individuais, depois compartilhados com os colegas. Os estudantes podem recorrer a qualquer professor para solicitar suas respostas. Se eles não conseguem responder, os encaminham a um especialista.

Existem salas de aula? PACHECO Não há salas de aula, e sim lugares onde cada aluno procura pessoas, ferramentas e soluções, testa seus conhecimentos e convive com os outros. São os espaços educativos. Hoje, eles estão designados por área. Na humanística, por exemplo, estuda-se História e Geografia; no pavilhão das ciências fica o material sobre Matemática; e o central abriga a Educação Artística e a Tecnológica.


A arquitetura mudou para acompanhar o sistema de ensino?

PACHECO Não. Aliás, isso é um problema. Nosso sonho é um prédio com outro conceito de espaço. Temos uma maquete feita por 12 arquitetos, ex-alunos que conhecem bem a proposta da escola. Esse projeto inclui uma área que chamo de centro da descoberta, onde compartilharemos o que sabemos. Há também pequenos nichos hexagonais, destinados aos pequenos grupos e às tarefas individuais. Estão previstas ainda amplas avenidas e alguns cursos d'água, onde se possa mergulhar os pés para conversar, além de um lugar para cochilar. As novas tecnologias da informação devem estar espalhadas por todos os lados para ser democraticamente utilizadas pela comunidade, o que já conseguimos.


Os professores precisam de formação específica para lecionar lá? 
PACHECO Não. Eles têm a mesma formação que os de outras instituições. O diferencial é que sentem uma inquietação quanto à educação e admitem existir outras lógicas. Nossa escola é a única no país que pode escolher o corpo docente. Os candidatos aparecem geralmente como visitantes e perguntam o que é preciso para dar aulas lá. Digo apenas para deixarem o nome. No fim de cada ano fazemos contato. Hoje somos 27, cada um com suas especializações.

Como os novos professores se adaptam à proposta da escola? PACHECO Há profissionais que estiveram sozinhos em sala durante anos e quando chegam constatam que sua formação e experiência servem para nada. De cada dez que entram, um não agüenta. Outros desertam e regressam depois. Mas nós também, por vezes, temos que nos adaptar. Há dois anos recebemos muitas crianças e professores novos, não familiarizados com a nossa proposta. Apenas a quinta parte do corpo docente já estava lá quando isso aconteceu. Passamos a conviver com mestres que sabiam dar aula e estudantes que sabiam fazer cópias. Foi necessário dar dois ou três passos para trás para que depois caminhássemos todos juntos. Precisamos aceitar o que os outros trazem e esperar que eles acreditem em nossas idéias. Essa é a terceira vez que passamos por isso.

Qual o perfil dos alunos atendidos pela Escola da Ponte? 
PACHECO Eles têm entre 5 e 17 anos. Cerca de 50 (um quarto do total) chegaram extremamente violentos, com diagnósticos psiquiátricos e psicológicos. As instituições de inserção social que acolhem crianças e jovens órfãos os encaminham para as escolas públicas. Normalmente eles acabam isolados no fundo da classe e, posteriormente, são encaminhados para nós. No primeiro dia, chegam dando pontapés, gritando, insultando, atirando pedras. Algum tempo depois desistem de ser maus, como dizem, e admitem uma das duas hipóteses: ser bom ou ser bom.

Como os estudantes vindos de outras escolas se integram a um sistema tão diferente? 
PACHECO Não é fácil. Há crianças e jovens que chegam e não sabem o que é trabalhar em grupo. Não conhecem a liberdade, e sim, a permissividade. Não sabem o que é solidariedade, somente a competitividade. São ótimos, mas ainda não têm a cultura que cultivamos. Quando deparam com a possibilidade de definir as regras de convivência que serão seguidas por todos ou não decidem nada ou o fazem de forma pouco ponderada. Em tempos de crise, como agora, em que muitos estão nessa situação, precisamos ser mais diretivos. Só para citar um exemplo, recebemos um garoto de 15 anos que tinha agredido seu professor e o deixado em estado de coma. Como um jovem assim pode, de imediato, participar da elaboração de um sistema de direitos e deveres?

A escola nem sempre seguiu uma proposta inovadora. Como ocorreu a transformação?
PACHECO Até 1976, a escola era igual a qualquer outra de 1ª a 4ª série. Cada professor ficava em sua sala, isolado com sua turma e seus métodos. Não havia comunicação ou projeto comum. O trabalho escolar era baseado na repetição de lições, na passividade. Naquele ano, havia três educadores e 90 estudantes. Em vez de cada docente adotar uma turma de 30, juntamos todos. Nosso objetivo era promover a autonomia e a solidariedade. Antes disso, porém, chamamos os pais, explicamos o nosso projeto e perguntamos o que pensavam sobre o assunto. Eles nos apoiaram e defendem o modelo até hoje.

Qual é a relação dos pais com a escola? PACHECO Eles participam conosco de todas as decisões. Se nos rejeitarem, teremos de procurar emprego em outro lugar. Também defendem a escola perante o governo. Neste momento, os pais estão em conflito com o Ministério da Educação. Ao longo desses quase 30 anos, quiseram acabar com nosso projeto. Eu, como funcionário público, sigo um regime disciplinar que me impede de tomar posições que transgridam a lei, mas o ministro não tem poder hierárquico sobre as famílias. Portanto, se o governo discordar de tudo aquilo que fazemos, defronta-se com este obstáculo: os pais. Eles são a garantia de que o projeto vai continuar.

Como sua escola é vista em Portugal? 
PACHECO Há uma grande resistência em aceitar o nosso modelo, que é baseado em três grandes valores: a liberdade, a responsabilidade e a solidariedade. Algumas pessoas consideram que todos precisam ser iguais e que ninguém tem direito a pensamento e ação divergentes. Há quem rejeite a proposta por preconceito, mas isso nós compreedemos porque também temos os nossos. A diferença é que nós nunca colocamos em cheque o trabalho dos outros. Consideramos que quem nos ataca faz isso porque não foi nosso aluno e não aprendeu a respeitar o ponto de vista alheio.


Qual é o segredo de sucesso da proposta seguida pela Ponte?

PACHECO Nós acreditamos que um projeto como o nosso só é viável quando todos reconhecem os objetivos comuns e se conhecem. Isso não significa apenas saber o nome, e sim ter intimidade, como em uma família. É nesse ponto que o projeto se distingue. O viver em uma escola é um sentimento de cumplicidade, de amor fraterno. Todos que nos visitam dizem que ficam impressionados com o olhar das pessoas que ali estão, com o afeto e a palavra terna que trocam entre si. Não sei se estou falando de educação ou da minha escola, mas é isso o que acontece lá.



O modelo da Escola da Ponte pode ser seguido por outras escolas? 

PACHECO Não defendo modelos. A Escola da Ponte fez o que as outras devem e podem fazer, que é produzir sínteses e não se engajar em um único padrão. Não inventamos nada. Estamos em um ponto de redundância teórica. Há muitas correntes e quem quer fazer diferente tem de ter mais interrogações do que certezas. Considero que na educação tudo já está inventado. A Escola da Ponte não é duplicável e não há, felizmente, clonagem de projetos educacionais.


Hoje a escola pode funcionar sem o senhor? 
PACHECO Fui e continuo sendo um intermediário. Não tenho mérito por isso, apenas cumpro a minha missão. Vou me afastar dentro de um ano e estou amargamente antecipando essa despedida. Todo pai tem de deixar o filho andar por si próprio e, nesse momento, a Ponte caminha sozinha. Depois quero continuar desassossegando os espíritos em lugares onde há gente generosa, que só precisa de um louco com a noção da prática, como eu. Agora ninguém pode dizer que uma experiência como a da Escola da Ponte não aconteceu, porque ela existe e provamos que é possível.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Cientistas da NASA Negam que o fim do Mundo seja em 2012

O início de 2012 reacendeu o debate sobre a previsão do fim do mundo, por conta de um  antigo calendário maia. Especialistas da NASA dizem que não é preciso ser um cientista para saber que o mundo não vai acabar em 2012.
A Agência Espacial informou que a antiga civilização mesoamericana seguia um calendário de 365 dias não muito diferente do nosso.
Os Maias mediam o tempo com um mini-calendário com duração de 52 anos, e uma versão maior, que chegava a 5.125 anos. Alguns acreditam que o fim do longo ciclo de contagem em 21 de dezembro de 2012 marcaria o apocalipse para maias.
“Este calendário extenso chega ao fim em 21 de dezembro”, disse Don Yeomans, gerente do  programa Near-Earth Object da NASA. ”É claro, um novo calendário teria início em 22 de dezembro. Seria como dizer que o nosso calendário termina em 31 de dezembro, e por isso é o fim dos tempos. Trata-se de novo ciclo que iria começar”.
“O fato é que a data marca o solstício de inverno, a noite mais longa do ano. Por isso muitas pessoas estão dando uma importância exagerada”, disse Yeomans.  ”Durma bem em 21 de dezembro do próximo ano”, disse Yeomans. ”Os maias nunca previu o fim do mundo ocorreu naquela época”.
Existem outras apocalípticas relacionadas com essa data. Uma dessas “profecias” tem a ver com Nibiru, um planeta desconhecido que completaria sua órbita ao redor do nosso sistema solar no mês de dezembro e reentraria na Via Láctea, espalhando destruição em massa.
O ressurgimento de tal planeta, disse ele, exerceria uma atração gravitacional extrema sobre  outros planetas, tirando-os da sua órbita normal e assim, causando sua destruição.
David Morrison, um cientista da NASA, desafiou a teoria de Nibiru em um vídeo postado no YouTube em outubro. Ele argumenta que um corpo celeste como Nibiru teria de ser visível caso fosse passar perto da Via Láctea. Não há registro disso nos satélites da NASA, o que  elimina a possibilidade de existência do planeta.
“Nibiru não existe”, disse Morrison no vídeo. ”Nós não podemos vê-lo, não podemos detectar a sua gravidade e não há registro de passagens anteriores. Não temos que nos preocupar com esta farsa.”
Para Yeomans, outras teorias apocalípticas como danos gravitacionais por um alinhamento dos planetas, tempestades solares e mudança nos pólos magnéticos da Terra estão descartados.  Esse tipo de coisa já aconteceu no passado, sem quaisquer consequências negativas.
Yeomans acrescenta que a ciência sabe separar fato de ficção. “Para todas as reivindicações de desastre ou mudanças dramáticas em 2012, as pessoas que fazem essas afirmações precisam provar o que dizem… Não há provas reais de nenhuma das afirmações feitas sobre o que deve ocorrer em dezembro de 2012.”
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Christian Post 

Jonas Maciel assina contrato com a Central Gospel Music

O cantor Jonas Maciel é o novo contratado da Central Gospel Music. Ele que é um sucesso nas rádios cariocas e também mineiras assinou contrato com a gravadora no dia 22 de dezembro e se prepara esse novo tempo em sua carreira.
Jonas é um cantor sertanejo que lançou recentemente o CD Pra Todo Mundo Ouvir. Com estilo sertanejo universitário esse trabalho traz canções de autoria do próprio cantor e de outros compositores. As 11 faixas falam de questões do dia a dia.
Entre as mais pedidas estão as canções Boas Notícias e Telefone que já são sucesso entre os ouvintes de rádios como Melodia (RJ) E 107 FM (MG).
Jonas começou seu ministério quando tinha apenas 8 anos de idade, compondo sua primeira música para o conjunto de crianças de sua igreja. Depois disso ele não parou mais e aos 14 anos gravou seu primeiro CD em dupla com um primo, até que surgiu  desejo de seguir carreira solo.
Este é o terceiro álbum solo de Jonas Maciel, sendo que o primeiro, Quero Dizer, foi lançado em 2009, o segundo Só por me Amar, foi lançado em 2010 e Pra Todo Mundo Ouvir em 2011. Com o contrato assinado com a Central Gospel o cantor já começa a desenhar novos projetos para 2012.  “Deus me deu essa oportunidade e eu tomei posse dela. Para 2012 espero viver o melhor de Deus para mim”, disse ele.
FONTE: GOSPEL PRIME